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Natália Picoli

Leituras, viagens e morar bem

    • Lidos em 2023
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    A volta ao mundo em 80 dias foi um livro que eu achei em casa com edição da FTD não sei se foi um livro paradidático meu (provavelmente não, porque não me lembrava de ter lido) ou das minhas irmãs, como ele estava dando sopa em casa resolvi conhecer o clássico. 

    Nessa edição as primeiras 30 páginas contam um pouco da história do autor, seus amigos, mentores, a época em que ele viveu e o que o motivou a começar a criar histórias do gênero viagem ficcional. 

    Sinopse da editora: Em 1892, vivia em Londres um homem misterioso chamado Phileas Fogg. Com a exatidão de um cronometro, chegava todas as manhãs ao Reform Club, de onde só retornava a casa para dormir precisamente à meia-noite. No dia em que admitiu Passapartout como seu criado, o metódico cavalheiro fez uma aposta com outros sócios do Reform Club, arriscando nela metade de sua fortuna e gastando a outra ao cumpri-la. A inesperada decisão vai levar aos dois a viverem uma ousada aventura. 

    Phileas Fogg é descrito como um inglês característico: pontual, fleumático e frio, e um tanto excêntrico (eu ainda fico chocada em cada livro clássico com o seguinte pensamento: de onde as pessoas tiravam dinheiro?) ele tinha um vida pacata que se resumia entre casa e clube para jogar baralho com seus amigos, até que um belo dia eles entram em uma discussão a cerca de um artigo que falava que a volta ao mundo poderia ser dada em 82 dias e ele afirmava que poderia ser em 80, como um belo teimoso aceitou a aposta de seus amigos valendo 20 mil libras que ele conseguiria dar a volta ao mundo em 80 dias, naquele mesmo dia ele comunicou seu recém contratado empregado Passapartout, para que arrumasse as coisas que eles estariam partindo amanhã. 

    O roteiro inicial era o seguinte: Londres, Brindisi, Suez, Mumbai (na época Bombaim), Calcutá, Hong Kong, Yokohama, São Francisco, Nova York e de volta à Londres. Uma jornada de quase nove mil quilômetros!

    Como o livro precisava se desenvolver houveram imprevistos e personagens novos ao longo do caminho. Eu achei o livro divertido e com um final surpreendente com aquele estilo clássico dos livros da época com comportamentos velados e implícitos. 

    Gostaria de ter lido o livro antes, adorei e super recomendo! 

    Curiosidades: 

    A volta ao mundo em 80 dias foi escrito em 1873, quase 150 anos atrás em uma época em que não existia sistemas de horários internacionais como hoje e nem o avião o que tornaria a viagem extremamente mais rápida. Segundo o site viajar melhor hoje em 2021 é possível dar a volta ao mundo em 80 horas (confira a reportagem aqui).

    Passapartout significa em francês passa por tudo dando a entender que o personagem "resolve tudo". Meu personagem favorito do livro! 

    Eu li essa edição aqui  e adorei pois além de ter informações incríveis além do texto ela tem uma linguagem didática e de fácil entendimento, além de manter os nomes originais! 

    Lembrando se você for aproveitar alguma indicação daqui compre pelo link, você não paga nada a mais e ajuda o blog!

    Espero que você tenha gostado da indicação, comecei agora a pequena livraria dos sonhos, estou no comecinho mas estou simpatizando! 

    Até a próxima dica de leitura! 

    Continuar lendo




    O segundo livro da série Anne conseguiu ser ainda mais fofo que o primeiro! 

    No segundo volume da série acompanhamos Anne dos 16 aos 18 anos, ela está prestes a começar a lecionar na escola onde ela mesma estudou, acompanhamos uma jovem cheia de ideais, princípios e MUITAS expectativas de como será a vida como professora, tentando dar o seu melhor a cada dia e ser inspiração para seus pequenos alunos. 


    Acompanhamos ela e Marilha se adaptando a nova realidade em Green Gables sem Mathew e com a visão turva de Marilha, motivos pelos quais Anne não foi para Universidade que havia ganho a bolsa no primeiro livro, porém tentando sempre ter uma visão Pollyana da vida. Elas acabam adotando um casal de gêmeos de 7 anos, filhos de uma parente distante de Marilha que faleceu cedo, Dora é meiga e quietinha já Daivy é uma pérola e se mete em diversas enrascadas. 

    Novos personagens também aparecem como Paul Irving o doce aluno de Anne, um vizinho novo Sr. Harrison que parece rabugento mas se torna uma alma amiga, Srta. Lavender que Anne e Diana conhecem por acidente e é definitivamente uma alma irmã. 

    Além de todos os personagens novos Anne assume um papel maior na comunidade de Avonlea ela, Gilbert e seus amigos criam a Associação de melhoramento que busca arrecadar fundos para deixar a cidade cada vez melhor para se viver. 

    Para um livro escrito em 1909 é incrível ver os pontos de vista da autora que levanta como a ação punição física dos professores sobre os alunos,  sobre a importância de explicar os porques a todos os pequenos e como sempre a importância de se manter imaginando e sonhando mesmo despois de adulto! Durante uma das aulas Anne faz com que seus alunos escrevam resumos sobre seus pensamentos e sentimentos no lugar do aprendizado tradicional, algo moderno até mesmo para algumas escolas em 2021! 

    Super recomendo a leitura e estou ansiosa para começar o terceiro volume! 


    Se você for comprar o livro use meu link aqui, você paga a mesma coisa e eu ganho uma pequena comissão pela indicação! 

    Ordem dos livros: 

    Anne of Green Gables
    Anne of Avonlea
    Anne of the Island
    Anne of Windy Poplars
    Anne of Windy Willows
    Anne's House of Dreams
    Anne of Ingleside
    Rainbow Valley
    Rilla of Ingleside
    The Blythes Are Quoted

    Sobre a autora: 


    Lucy Maud Montgomery, uma das autoras mais conhecidas no Canadá, nasceu em 30 de novembro de 1874, "Maud" para a família e amigos, foi uma escritora canadense, mais conhecida como L.M. Montgomery, autora de uma série de romances que teve início com Anne of Green Gables, publicado em 1908, que teve sucesso imediato! 

    Durante sua vida, Montgomery publicou 20 romances, mais de 500contos, uma autobiografia, e um livro de poemas.

    Curiosidade: Consciente de sua fama, em 1920 Montgomery começou a editar e recopiar seus diários, apresentando a vida como ela queria que fosse lembrada, alterando ou omitindo alguns episódios. 

    Anne of Green Gables é muito conhecida no Japão. Todos os anos, milhares de turistas japoneses "fazem uma peregrinação a Green Gables na cidade de Cavendish em Prince Edward Island e muitos casais japoneses chegam a reservar o local  para realizar a cerimonia de casamento. 

    Um parque nacional foi criado perto de sua casa em Cavendish, em honra de suas obras.

    Outros Romances: 
    Kilmeny of the Orchard (1910)

    The Story Girl (1911)

    The Golden Road (1913) (sequência de The Story Girl)

    Emily of New Moon (1923)

    Emily Climbs (1925) (sequência de Emily of New Moon)

    The Blue Castle (1926)

    Emily's Quest (1927) (sequência de Emily Climbs)

    Magic for Marigold (1929)

    A Tangled Web (1931)

    Pat of Silver Bush (1933)

    Mistress Pat (1935) (sequência de Pat of Silver Bush)

    Jane of Lantern Hill (1937)


    Não-ficção

    Courageous Women (1934) (com Marian Keith  e Mabel Burns McKinley)


    Espero que você goste da leitura! 

    Beijos e até a próxima! 

    Continuar lendo

     


    Eu que sou apaixonada por Poliana me apaixonei pelo seriado da Netflix e quando vi que era baseado em um clássico escrito em 1908 fiquei morrendo de vontade de conhecer então aproveitei uma promoção e comprei os 8 volumes no kindle por R$ 14,00 reais no ano passado mas só agora em Abril que eu consegui terminar o primeiro volume. 

    O primeiro volume conta a história de como Anne Shirley aos 11 anos foi acidentalmente adotada pelo casal de irmãos Cuthbert, porque na verdade Mathew e Marilia queriam adotar um garoto para auxiliar na fazenda onde viviam.

    Durante o livro Anne se mete em diversas confusões e vemos como a dinâmica familiar se comporta dos seus 11 aos 16 anos e todos os acontecimentos que marcam sua vida em Green Gables. 

    É um livro leve para relaxar, refletir sobre inocência, amor, amizade e com personagens encantadores. Podemos dizer que para um livro escrito em 1908 ele é afrente da sua época pois possui personagens mulheres fortes, decididas e ambiciosas. 

    O livro termina dando gancho para o segundo volume: Anne de Avonlea que eu já estou ansiosa para começar! 


    Ordem dos livros: 

    Anne of Green Gables
    Anne of Avonlea
    Anne of the Island
    Anne of Windy Poplars
    Anne of Windy Willows
    Anne's House of Dreams
    Anne of Ingleside
    Rainbow Valley
    Rilla of Ingleside
    The Blythes Are Quoted

    Adaptação Netflix: 

    Como qualquer outra adaptação houveram as suas mudanças e as suas representações fiéis, se você quiser saber mais se prepare para os spoliers. 
    Basicamente todas as temporadas feitas são inspiradas no primeiro livro, alguns personagens são inclusos ou eu ainda não li o suficiente para conhece-los. 
    Alguns temas como racismo e homofobia foram acrescentados a série do streaming afim de atualizar a obra que já tratava assuntos como igualdade entre os sexos. 
    Spolier Alert: Agora a adaptação que eu mais gostei foi o fato de na série o Mathew ter sobrevivido ao ataque cardíaco diferentemente do livro onde ele acaba tendo um ataque fulminante. 
    O relacionamento de Anne com Gilbert também é bem diferente, não vemos a perca do pai nesse primeiro livro e ele também não sai da escola, pelo contrário aquela competição para ver quem é o melhor aluno perdura durante todo o livro e é bem mais acirrada do que na série. 

    Sobre a autora: 

    Lucy Maud Montgomery, uma das autoras mais conhecidas no Canadá, nasceu em 30 de novembro de 1874, "Maud" para a família e amigos, foi uma escritora canadense, mais conhecida como L.M. Montgomery, autora de uma série de romances que teve início com Anne of Green Gables, publicado em 1908, que teve sucesso imediato! 

    Durante sua vida, Montgomery publicou 20 romances, mais de 500contos, uma autobiografia, e um livro de poemas.

    Curiosidade: Consciente de sua fama, em 1920 Montgomery começou a editar e recopiar seus diários, apresentando a vida como ela queria que fosse lembrada, alterando ou omitindo alguns episódios. 

    Anne of Green Gables é muito conhecida no Japão. Todos os anos, milhares de turistas japoneses "fazem uma peregrinação a Green Gables na cidade de Cavendish em Prince Edward Island e muitos casais japoneses chegam a reservar o local  para realizar a cerimonia de casamento. 

    Um parque nacional foi criado perto de sua casa em Cavendish, em honra de suas obras.

    Outros Romances: 
    Kilmeny of the Orchard (1910)

    The Story Girl (1911)

    The Golden Road (1913) (sequência de The Story Girl)

    Emily of New Moon (1923)

    Emily Climbs (1925) (sequência de Emily of New Moon)

    The Blue Castle (1926)

    Emily's Quest (1927) (sequência de Emily Climbs)

    Magic for Marigold (1929)

    A Tangled Web (1931)

    Pat of Silver Bush (1933)

    Mistress Pat (1935) (sequência de Pat of Silver Bush)

    Jane of Lantern Hill (1937)


    Não-ficção

    Courageous Women (1934) (com Marian Keith  e Mabel Burns McKinley)

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     O livro a Cor púrpura foi o livro de janeiro do clube do livro Maringá e devorei ele em 1 semana. Apesar da leitura rápida, não é um livro com um ritmo de acontecimentos rápido, pelo contrário, acontecem poucas coisas ao passar das páginas. 

    O livro é um romance epistolar, se você ainda não sabe o que isso significa clique aqui. 

    Ele foi publicado em 1982 e no ano seguinte ganhou o prêmio Pulitzer e depois ganhou uma adaptação para o cinema em 1985 (é possível assistir pela GloboPlay), caso você ainda não tenha ouvido falar do livro vamos a sinopse da editora:

    A cor púrpura retrata a dura vida de Celie, uma mulher negra no sul dos Estados Unidos da primeira metade do século XX. Pobre e praticamente analfabeta, Celie foi abusada, física e psicologicamente, desde a infância pelo padrasto e depois pelo marido. Um universo delicado, no entanto, é construído a partir das cartas que Celie escreve e das experiências de amizade e amor, sobretudo com a inesquecível Shug Avery. Apesar da dramaticidade de seu enredo, A cor púrpura se mostra extremamente atual e nos faz refletir sobre as relações de amor, ódio e poder, em uma sociedade ainda marcada pelas desigualdades de gêneros, etnias e classes sociais.
    Por se tratar de um romance epistolar acompanhamos o enredo através de cartas de Celie para Deus e depois para sua irmã Nettie, a autora para trazer veracidade escreve essa cartas em um inglês caipira e errado, o que deve ter sido um ponto difícil na tradução do livro, traduzir para um português igualmente errado, nem perder a essência. No começo é um pouco difícil se acostumar com os erros, mas depois flui bem.

    Na trajetória da Celie nós acompanhamos todos os seus abusos, acompanhamos uma pessoa anestesiada e que só conhece aquela realidade, e que por isso, não enxerga outra saída a não ser ser submissa e aceitar o que a vida mandar. 

    Até que ela conhece novas pessoas que influenciam seu jeito de encarar a vida e as situações. É um livro que fala muito sobre amadurecimento, sobre encontrar nosso lugar. 

    O livro fala também sobre racismo e ancestralidade, o que faz o leitor refletir muito.

    Apesar de não ser uma leitura levinha ou muito dinâmica, é um livro muito bonito e sensível que te levar a refletir sobre muita coisa, até mesmo sobre fé.

    Para comprar o livro é só clicar aqui.

    Sobre a autora:

    Alice Walker é uma autora americana que ganhou maior visibilidade com o prêmio Pulitzer pelo livro A cor púrpura. Sua obra busca examinar e entender o passado e as mazelas da comunidade negra norte-americana. 


    Outros livros da autora: 

    Romances e contos

    A terceira vida de Grange Copeland (1970)
    Everyday Use (1973)
    In Love and Trouble: Stories of Black Women (1973)
    Meridian (1976)
    You Can't Keep a Good Woman Down: Stories (1982)
    Beauty: When the Other Dancer Is the Self (1983)
    To Hell With Dying (1988)
    The Temple of My Familiar (1989)
    Finding the Green Stone (1991)
    Possessing the Secret of Joy (1992)
    The Complete Stories (1994)
    By The Light of My Father's Smile (1998)
    The Way Forward Is with a Broken Heart (2000)
    Now Is The Time to Open Your Heart (2005)

    Poesia

    Once (1968)
    Revolutionary Petunias & Other Poems (1973)
    Good Night, Willie Lee, I'll See You in the Morning (1979)
    Horses Make a Landscape Look More Beautiful (1985)
    Her Blue Body Everything We Know: Earthling Poems (1991)
    Absolute Trust in the Goodness of the Earth (2003)
    A Poem Traveled Down My Arm: Poems And Drawings (2003)
    Collected Poems (2005)

    Não-ficção

    In Search of Our Mothers' Gardens: Womanist Prose (1983)
    Living by the Word (1988)
    Warrior Marks (1993)
    The Same River Twice: Honoring the Difficult (1996)
    Anything We Love Can Be Saved: A Writer's Activism (1997)
    Go Girl!: The Black Woman's Book of Travel and Adventure (1997)
    Pema Chodron and Alice Walker in Conversation (1999)
    Sent By Earth: A Message from the Grandmother Spirit After the Bombing of the World Trade Center and Pentagon (2001)
    Women
    We Are the Ones We Have Been Waiting For (2006)
    Mississippi Winter IV

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    Alice no país das maravilhas é um clássico da literatura escrito em 1865 por Charles Lutwidge Dogson sob o pseudônimo Lewis Carroll, um matemático, publicou diversos livros sobre matemática e lógica e alguns livros infantis sendo os mais conhecidos: Alice no país das maravilhas (1865), Através do Espelho e o que Alice encontrou lá (1872). 

    A história foi criada pelo autor para entreter suas três filhas Lorina, Alice e Edith em um passeio de barco pelo rio Tâmisa sem nenhuma pretensão didática apenas de entretenimento, porém várias interpretações freudianas e junguianas surgiram a partir do livro. 

    O livro é fininho, composto de 12 capítulos breves, porém eu demorei alguns dias para terminar porque a história não me cativou 100%. 

    A história começa com Alice e sua irmã na margem de um rio, sua irmã estava lendo um livro, mas segundo ela era muito entediante pois não continha diálogos nem imagens. Até que ela vê um coelho branco correndo apressado dizendo que vai chegar atrasado em algum lugar, ela como uma criança curiosa (ou sem noção) o segue até sua toca, entrando em um mundo onde animais falam, alimentos fazem você crescer e diminuir de tamanho (aliás ela toma em potes escritos "beba-me" a mãe dela esta precisando explicar que não é para beber no copo de estranhos!)

    Além disso ela entra em reflexões filosóficas "Tenho uma vaga lembrança de ter me sentindo um pouquinho diferente, mas se eu não for a mesma, a próxima pergunta é: Quem sou eu? Essa é a questão!"

     Se você já viu o desenho ou já ouviu falar sabe que ela vai falar com chapeleiros malucos, gatos que desaparecem e reis e rainhas de copas que são cartas de baralho e coisas bem loucas do tipo. 

    Eu não amei o livro, mas acho que já era óbvio porque de todos os desenhos de criança esse era um dos que eu não ligava muito. Entretanto algumas passagens do livro me fizeram refletir sobre assuntos aleatórios da vida adulta. 

    "Era muito mais agradável lá em casa", pensou a pobre Alice, "quando não se ficava crescendo e diminuindo o tempo todo, nem recebendo ordens de ratos e coelhos. Eu quase desejaria não ter entrado na toca do coelho...apesar disso... é bem curioso, sabe, este tipo de vida"

    Por exemplo, nesse trecho se você considerar "lá em casa" a sua zona de conforto, é a tradução de um sentimento que muita gente tem ao sair, é dolorido no começo, mas fica curioso e você aprende a lidar com as adversidades depois de um tempo. 


    Esse outro trecho também me chamou muito a atenção, ainda mais em época de fim de ano onde estamos traçando as metas para 2021 (se você ainda não começou leia esse post). 

    Foi um clássico que não me pegou tanto, mas ainda assim quero ler a continuação. 

    Para comprar é só clicar aqui, ele esta disponível no Kindle Unlimited e em vários sebos. 

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